A solidão na hora da despedida

A solidão na hora da despedida
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A solidão na hora da despedida – Coronavírus impõe isolamento até no luto e altera a rotina em cemitérios

Por causa do coronavírus, os velórios fora encurtados ou suspensos, há limitação da quantidade de pessoas para acompanhar enterros e caixões devem estar totalmente fechados.
Com isso, as despedidas tem se tornado cada vez mais solitárias, sem qualquer conforto de um amigo ou um abraço.
Dessa forma, em meio à terrível pandemia, o adeus ao ente querido tem sido ainda mais difícil.
Ademais, no dia 1º, somente 8 pessoas puderam comparecer ao enterro do aposentado Nazareno Rodrigues da Costa, localizado no Cemitério do Caju, que fica na Zona Portuária do Rio.
Mas, quem era o idoso? Ele tinha 72 anos de idade e acabou falecendo depois de dar entrada com o quadro de pneumonia.
Além disso, ele também estava bastante debilitado e o resultado do teste para a doença coronavírus havia dado positivo.
Com isso, ao ser enterrado, o motorista do carro e sepultadores tiveram que utilizar equipamentos de proteção individual, como luvas, máscaras e macacões.
Porém, este tem sido o padrão para todos os enterros.

A solidão na hora da despedida – Coronavírus impõe isolamento até no luto e altera a rotina em cemitérios

Dessa forma, todos os cemitérios e funerárias do Ri ode Janeiro estão adotando medidas de prevenção para os funcionários lidarem com as vítimas confirmadas e suspeitas da Covid-19.
Ademais, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou, ontem, por meio de um boletim que a doença já matou 47 pessoas no estado.

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