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Adolescente de 14 anos M0rre Após Ser Arrastada por Ciclone no Paraná, Era Filha do…Ver mais

Além das mortes, mais de 600 pessoas ficaram feridas, muitas delas em estado grave, e duas seguem desaparecidas. O número de desabrigados ainda está sendo atualizado, já que centenas de famílias perderam tudo o que tinham.

Adolescente de 14 anos morre após ser arrastada por tornado no Paraná

Uma cidade em ruínas

Imagens aéreas divulgadas por autoridades e moradores mostram um cenário de guerra: casas completamente destruídas, postes de energia no chão, árvores arrancadas pela raiz e ruas cobertas de escombros. A força do tornado foi tamanha que bairros inteiros foram varridos do mapa em questão de minutos.

O Corpo de Bombeiros e equipes de resgate atuam incansavelmente para localizar desaparecidos, prestar socorro aos feridos e oferecer abrigo temporário aos que perderam suas casas. A prefeitura de Rio Bonito do Iguaçu, com apoio do governo estadual e federal, decretou estado de calamidade pública, o que permitirá o envio emergencial de recursos para reconstrução e assistência humanitária.

Adolescente morta em tornado mandou áudio para o pai minutos antes da tragédia

Reconhecimento federal e mobilização solidária

O governo federal reconheceu oficialmente o estado de calamidade pública no município, o que acelera o repasse de verbas e a mobilização de equipes de apoio. A portaria foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, garantindo recursos que variam de R$ 200 mil a R$ 500 mil, conforme o porte populacional dos municípios atingidos.

Diversas campanhas de arrecadação de alimentos, roupas, colchões e materiais de higiene foram iniciadas por ONGs, igrejas e voluntários em todo o estado. A solidariedade tem sido um alento em meio à dor e ao caos.

Um alerta sobre os extremos climáticos

Especialistas apontam que eventos como o tornado em Rio Bonito do Iguaçu são cada vez mais frequentes e intensos devido às mudanças climáticas. A interação entre massas de ar quente e úmido foi a principal responsável pela formação do fenômeno, segundo o Simepar.

A tragédia serve como um alerta para a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção de desastres naturais, investimentos em infraestrutura resiliente e educação ambiental. A dor de famílias como a de Julia Kwapis não pode ser em vão.

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