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Após eliminação de Brasil, Neymar não res… Ver mais
Neymar e sua “última dança”
Aos 34 anos, Neymar já havia chamado a Copa de 2026 de sua “última dança”. O camisa 10 entrou no segundo tempo e marcou, de pênalti, o único gol brasileiro nos acréscimos. Após o apito final, ajoelhou-se no gramado, chorou e fez uma oração. Em entrevista breve, disse: “Tentei, tentei. Agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui”, em referência ao MetLife Stadium, palco de sua estreia pela Seleção em 2010. Suas palavras reforçaram a ideia de que o ciclo com a camisa amarela chegou ao fim.

O peso da derrota e a frustração coletiva
A eliminação diante da Noruega foi marcada por falhas ofensivas e desperdício de oportunidades. Bruno Guimarães perdeu um pênalti logo no início, enquanto Vinicius Junior e Endrick não conseguiram converter chances claras. A eficiência de Haaland, que marcou duas vezes, contrastou com a falta de precisão brasileira. O narrador Galvão Bueno resumiu o sentimento nacional ao afirmar que “a Copa do Mundo se decide nos detalhes”, pedindo mais maturidade em momentos decisivos.
A pior campanha desde 1990
O resultado contra a Noruega representa a pior campanha da Seleção Brasileira desde 1990. O Brasil não vence uma Copa desde 2002, e caso não conquiste o título até o próximo torneio, completará 28 anos de jejum — o maior período sem conquistas da história da equipe pentacampeã. Essa eliminação reforça a necessidade de renovação e planejamento estratégico para que o país volte a figurar entre os protagonistas do futebol mundial.
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O legado de Neymar
Apesar de não ter conquistado o tão sonhado título mundial, Neymar encerra sua trajetória em Copas como um dos maiores jogadores da história da Seleção. Foram quatro participações consecutivas, gols decisivos e momentos de brilho que marcaram gerações. Sua despedida emocionada simboliza não apenas o fim de um ciclo pessoal, mas também o início de uma nova fase para o futebol brasileiro, que precisa encontrar novos líderes e referências.
O futuro da Seleção Brasileira
Com Carlo Ancelotti no comando, a eliminação levanta questionamentos sobre o planejamento da CBF e a capacidade de formar uma equipe competitiva para os próximos desafios. A derrota deve servir como aprendizado e como ponto de partida para uma reconstrução. A nova geração, com nomes como Vinicius Junior e Endrick, terá a responsabilidade de carregar o peso da camisa e buscar devolver ao Brasil o protagonismo perdido.
A Copa do Mundo 2026 ficará marcada não apenas pela eliminação precoce, mas pela despedida de Neymar, que encerra sua trajetória com emoção e frustração por não conquistar o título que sempre buscou. Para o Brasil, o desafio agora é transformar a dor em motivação e preparar uma nova era de conquistas.
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