Contrariando recomendações da OMS

Contrariando recomendações da OMS
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Contrariando recomendações da OMS, Bolsonaro reabrirá as escolas e comércio

Ontem, durante o anúncio do novo Ministro da Saúde, o presidente voltou a dizer que pretende reabrir as escolas e os comércio.
Além disso, o presidente disse que exigiu do novo ministro uma forma de flexibilizar o isolamento horizontal.

Dessa forma, ele disse:

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“O que eu conversei ao longo desse tempo com o oncologista Dr. Nelson, foi fazer com que ele entendesse a situação como um todo, sem abandonar, obviamente, o principal interesse, a manutenção da vida, mas sem esquecer que ao lado disso tínhamos outros problemas que é a questão do desemprego, que a cada vez mais nós vemos que são claros em nosso país.
Junto com o vírus veio uma verdadeira máquina de moer empregos. As pessoas mais humildes começaram a sentir primeiro o problema. Essas não podem ficar em casa por muito tempo. Então não é aquilo que a gente gostaria de fazer.
É aquilo que deve ser feito. Não podemos prejudicar os mais necessitados”, reforçou.

Contrariando recomendações da OMS, Bolsonaro reabrirá as escolas e comércio

Além disso, o presidente também falou sobre a quantidade de desempregados no Brasil.

“Eles não tem como ficar em casa por muito tempo sem buscar o seu alimento e os primeiros que sofreram com isso foram os informais, na ordem de 38 milhões no Brasil.
Os empregos com carteira assinada, estamos vendo também, como temos conversado com toda a sociedade, que cada vez mais estão sendo destruídos.
Se chegar no nível tal, o que nós não queremos é que a volta da normalidade além de poder demorar muito, outros problemas aparecerão.
Nós nos preocupamos para que essa volta à normalidade chegue o mais breve possível”, destacou.

 

O presidente fala da importância da reabertura dos comércios e também das escolas

Ademais, também disse:

“O governo não abandonou em momento nenhum os mais necessitados e o que eu conversei com o Dr. Nelson é que gradativamente nós temos que abrir o emprego no Brasil. Essa grande massa de humildes não tem como ficar presa dentro de casa e o que é pior, quando voltar não ter emprego e o governo não tem como manter esse auxílio emergencial ou outras ações por muito tempo.
Já se gastou aproximadamente R$ 600 bilhões e podemos chegar a R$ 1 trilhão.
Sei e repito, a vida não tem preço, mas a economia e o emprego tem que voltar à normalidade.
Não o mais rápido possível, como foi conversado com o Dr. Nelson. Mas tem que começar a ser flexibilizado para que exatamente não venhamos a sofrer mais com isso.
Nós todos, poder Executivo, Legislativo, decisões do Judiciário, tem que ter essas decisões com muita prudência.
O governo não é uma fonte de socorro eterna”.

Além disso, também disse que a abertura das escolas é primordial.

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