Dilma Rousseff chama Bolsonaro de “incapaz”

Dilma Rousseff chama Bolsonaro de “incapaz”
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A ex-presidenta Dilma Rousseff chamou o atual presidente Jair Bolsonaro de “incapaz” devido sua fraca atuação diante da ameaça da covid-19. As críticas ao presidente ocorreram após a ex-presidenta fazer uma analise do governo Bolsonaro.

Dilma Rousseff que também foi alvo de panelaços agora observa os panelaços contra o seu antagonista o presidente Jair Bolsonaro atualmente sem partido. Ela comentou em uma entrevista: “eu poderia estar batendo panela também, porem eu te digo uma coisa, essa não é a minha forma de lutar, bater panela”.

De acordo com a ex-presidenta, Bolsonaro tem se mostrado “incapaz” de enfrentar essa nova crise do covid-19. Porém, Dilma diz que Luiz Henrique Mandetta está no caminho certo em combate ao novo coronavírus, e assim como ele defende o isolamento da população.

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Mas apesar de elogiar o ministro da saúde, Dilma críticoou as medidas econômicas que foram divulgadas pelo governo federal. De acordo com a opinião de Dilma, as medidas são são insuficientes, horríveis e o desempenho que o Paulo Guedes realiza é “deplorável”.

Dilma segue em isolamento em sua casa em Porto Alegre (RS), devido ao surto do novo covid-19 e segue sem pretensões eleitorais. Ela foi alvo de impeachment , e alegaram cometer crime de responsabilidade. Em seu entendimento , um eventual impeachment de Jair Bolsonaro está voltado para o ambiente político.

“Um presidente incapaz”

Dilma defende o isolamento social como sendo uma forma de prevenção contra a pandemia. Em sua entrevista ela falou sobre o fato de o governo alegar que vai ser difícil pagar o auxilio emergencial de R$600. Ela criticou o fato de que grandes empresas são os mais beneficiados pelo governo e que o dinheiro já chegou a eles, já as pessoas de pequeno negocio o dinheiro não ira chegar a eles.

Dilma diz que Bolsonaro é incapaz de agir corretamente. Que ira atribuir para as mortes e fome, e isso ira ser responsabilidade do próprio. Ele tenta delegar a responsabilidade aos concorrentes governadores, pensando na eleição de 2022, porém a responsabilidade maior é do próprio.

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