Feito com carinho
Esses são os motivos que fazem delegado acreditar que primas desaparecidas foram m0rtas … Ver mais
Linha do tempo dos acontecimentos
- 20 de abril: As primas saem de Cianorte em uma caminhonete preta dirigida por Clayton, que usava o nome falso “Davi”.
- 21 de abril: São vistas pela última vez em uma boate de Paranavaí; Sttela faz sua última postagem nas redes sociais.
- 23 de abril: As famílias registram o desaparecimento.
- 29 de abril: A Justiça decreta a prisão temporária de Clayton, que foge e permanece foragido.

O principal suspeito
Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como “Dog Dog”, possui extensa ficha criminal, incluindo roubo e tráfico de drogas. Ele teria usado identidade falsa para se aproximar das jovens e conduzia um veículo clonado. Testemunhas afirmam que ele retornou a Cianorte após o desaparecimento, pegou uma motocicleta e deixou a cidade.
A polícia mantém buscas sigilosas em áreas de mata e regiões próximas a Maringá e Porto Rico, onde o suspeito teria passado dias após o sumiço das jovens. Até o momento, nenhum vestígio das vítimas foi encontrado.

Impacto e comoção social
O caso gerou grande comoção pública e mobilização nas redes sociais. Amigos e familiares organizam vigílias e campanhas pedindo informações. A investigação também levanta discussões sobre segurança de mulheres jovens, uso de identidades falsas e feminicídio, caso o crime seja confirmado.
O desaparecimento de Letycia e Sttela é um retrato doloroso da vulnerabilidade feminina e da urgência em fortalecer políticas de proteção e investigação. A Polícia Civil do Paraná segue empenhada em esclarecer o caso, enquanto o país acompanha com esperança e indignação cada novo desdobramento.
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