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Familiares Visitam Sepultura das Primas, Mas ao lado da Cova o Que Chama a Atenção é Qu…Ver mais
O encontro com Clayton Antonio da Silva Cruz
Segundo as investigações, as jovens foram vistas pela última vez acompanhadas de Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. Letycia já o conhecia de festas anteriores e aceitou sair novamente com ele naquela noite. A polícia acredita que foi nesse momento que o crime aconteceu.
Clayton é apontado como autor do assassinato. As circunstâncias ainda estão sendo apuradas, mas os indícios mostram que as primas foram mortas logo após deixarem a boate.

A descoberta das ossadas
Em agosto, quatro meses após o desaparecimento, ossadas foram encontradas enterradas em uma área rural próxima a Paraíso do Norte. Exames periciais confirmaram que pertenciam a Letycia e Sttela. A confirmação encerrou uma etapa dolorosa para as famílias, que viviam na angústia da espera, mas também trouxe a certeza da tragédia.
A dor das famílias e da comunidade
A convivência das duas desde a infância tornou a perda ainda mais impactante. Familiares e amigos destacaram a ligação profunda entre elas, que sempre estavam juntas em momentos de lazer e estudo. A notícia da morte gerou comoção em Paranavaí e em toda a região, levantando debates sobre segurança de jovens em ambientes noturnos e a vulnerabilidade diante de pessoas mal-intencionadas.
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A investigação policial
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes e responsabilizar o acusado. Clayton Antonio da Silva Cruz foi identificado como principal suspeito e deve responder por homicídio qualificado. O caso também levanta reflexões sobre a necessidade de políticas públicas mais eficazes no combate à violência contra mulheres.
Reflexão sobre violência e juventude
O assassinato das primas Letycia e Sttela é mais um episódio que expõe a realidade da violência contra mulheres no Brasil. Jovens, cheias de sonhos e planos, tiveram suas vidas interrompidas de forma brutal. A tragédia reforça a importância de discutir segurança, prevenção e justiça, para que histórias como essa não se repitam.
Quatro meses após o desaparecimento, a confirmação das ossadas trouxe respostas, mas também intensificou a dor da perda. O caso das primas Letycia e Sttela ficará marcado como um alerta sobre os riscos enfrentados por jovens e a urgência de medidas que protejam vidas.
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