Feito com carinho
Foi isso que a policial Gisele falou antes de morrer…Ler Mais
O caso
Na manhã de quarta-feira (18), Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça em sua residência. Ela chegou a ser socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.
O registro inicial apontava para suicídio, porém, a investigação passou a considerar a possibilidade de homicídio, ampliando o escopo das apurações.
Acompanhamento da Corregedoria
Além da Polícia Civil, a Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo também acompanha o caso.
Esse tipo de acompanhamento é comum em situações que envolvem policiais militares, garantindo maior transparência e rigor na apuração dos fatos.
A atuação conjunta busca esclarecer se houve participação de terceiros, negligência ou qualquer outro fator que possa ter contribuído para a morte da policial.
Repercussão e impacto
A morte de Gisele Alves Santana repercutiu entre colegas de corporação e familiares, que aguardam respostas sobre o que realmente aconteceu.
Casos envolvendo policiais costumam gerar grande atenção pública, especialmente quando há dúvidas sobre a versão inicial apresentada. A mudança da investigação para homicídio reforça a necessidade de aprofundamento e de uma análise minuciosa das provas.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/e/gTpzSFQHObAHqWI25NgQ/fotojet-54-.jpg)
O que esperar das próximas etapas
As próximas fases da investigação devem incluir novas oitivas de testemunhas, análise de laudos periciais e reconstrução da dinâmica do ocorrido.
A expectativa é que os resultados tragam clareza sobre se a morte de Gisele foi resultado de um ato voluntário ou se houve ação criminosa.
Leia também: O adeus que ninguém esperava: Estrela nos deixa nesta sexta e…Ver mais

Comentários estão fechados.