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Mãe de policial morto em megaoperação no Rio revela últimas palavras do filho: “Mamãe me…Ver mais

Um policial, um pai, um torcedor apaixonado

Nas redes sociais, Rodrigo compartilhava momentos de alegria ao lado da esposa e da filha pequena. Era comum vê-lo sorridente em fotos no Estádio Nilton Santos, onde torcia fervorosamente pelo Botafogo.

A paixão pelo futebol era apenas uma das facetas de sua personalidade vibrante e generosa.

Colegas de delegacia relatam que, mesmo com pouco tempo de serviço, Rodrigo demonstrava comprometimento e empatia com os cidadãos. “Ele era daqueles que chegava cedo, perguntava como podia ajudar e sempre tinha uma palavra de incentivo”, disse um agente que preferiu não se identificar.

O último abraço e a dor da despedida

Débora, mãe de Rodrigo, relembra com lágrimas o último momento ao lado do filho. “Antes de sair, ele me abraçou e disse: ‘Mamãe, te amo. Volto em breve’.” Horas depois, ao ver na televisão a notícia de que um policial havia sido morto, ela sentiu o coração gelar. “Quando apareceu o nome dele… entrei em desespero.”

A dor da perda é agravada pela sensação de injustiça e pela brutalidade com que a violência urbana interrompeu uma vida cheia de planos.

Rodrigo não era apenas um policial — era um filho dedicado, um pai amoroso e um cidadão que acreditava no poder da transformação.

Na foto Débora Velloso Cabral (de óculos), mãe de Rodrigo Velloso Cabral, policial civil morto em megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão

Reflexão sobre a segurança pública e o legado de Rodrigo

A morte de Rodrigo levanta questões urgentes sobre a estrutura de proteção aos agentes de segurança pública, especialmente os recém-ingressos.

A falta de equipamentos adequados, treinamento contínuo e suporte psicológico são temas que voltam ao centro do debate.

Ao mesmo tempo, Rodrigo deixa um legado de esperança. Sua história inspira outros jovens que sonham em servir à sociedade com coragem e humanidade. A frase que costumava repetir — “Quero mudar o mundo com a farda” — ecoa como um chamado à valorização da vida e da missão policial.

Uma homenagem que transcende o luto

Diversas homenagens foram prestadas a Rodrigo nos dias seguintes à sua morte. O Botafogo, clube do coração do policial, publicou uma nota de pesar e dedicou um minuto de silêncio em sua memória.

Amigos e familiares organizaram uma vigília na porta da delegacia, com velas, flores e mensagens de carinho.

A comoção gerada pela tragédia mostra que Rodrigo, mesmo com pouco tempo de serviço, tocou muitas vidas. Seu sorriso, sua alegria e seu idealismo permanecem vivos na lembrança de quem teve o privilégio de conhecê-lo.

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