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A ausência de denúncias e o ciclo silencioso do abuso

Segundo informações preliminares, não havia registros anteriores de violência ou denúncias formais contra o agressor. Esse detalhe, infelizmente comum em muitos casos de feminicídio, revela o quanto o ciclo de abuso pode se desenvolver de forma silenciosa, sem que a vítima consiga pedir ajuda ou que familiares percebam os sinais.

Relacionamentos abusivos muitas vezes se escondem atrás de aparências de normalidade. O controle emocional, o isolamento e a manipulação são formas sutis de violência que, quando não interrompidas, podem culminar em tragédias como a de Tatiane.

O que levou homem a matar esposa a facadas em Rodeio, SC

Feminicídio seguido de suicídio: um padrão alarmante

Após cometer o crime, Djeison tentou tirar a própria vida com um disparo de espingarda. A Polícia Científica recolheu a arma, a faca utilizada e os celulares do casal para perícia. O caso foi registrado como feminicídio seguido de suicídio e está sendo investigado pela Polícia Civil de Rodeio.

Esse tipo de desfecho — em que o agressor tira a própria vida após matar a parceira — tem se tornado recorrente em casos de feminicídio no Brasil. Além de dificultar a responsabilização judicial, ele impede que a sociedade compreenda as motivações e os sinais que poderiam ter evitado o crime.

O que levou homem a matar esposa a facadas em Rodeio, SC

O Brasil e a urgência de políticas públicas eficazes

O assassinato de Tatiane não é um caso isolado. Santa Catarina, por exemplo, registrou uma média de quatro vítimas de tentativa de feminicídio por semana em 2025. Esses números escancaram a necessidade urgente de políticas públicas voltadas à proteção da mulher, à educação sobre relacionamentos saudáveis e ao fortalecimento da rede de apoio.

Campanhas de conscientização, canais de denúncia acessíveis e capacitação de profissionais da saúde e segurança são medidas essenciais para romper o ciclo da violência. Além disso, é preciso investir em prevenção — identificar sinais de abuso antes que se tornem fatais.

Tatiane: uma vida interrompida, uma memória que exige justiça

Tatiane Kurth Cipriani era jovem, cheia de planos e cercada por pessoas que a amavam. Sua morte não pode ser apenas mais um número nas estatísticas. Ela precisa ser lembrada como símbolo da luta contra a violência doméstica, como alerta para outras mulheres que vivem em silêncio e como chamada à ação para toda a sociedade.

Que sua história inspire mudanças reais. Que sua memória seja honrada com justiça, empatia e transformação.

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