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Possível chapa com Fernando Haddad
Uma das possibilidades mais comentadas nos bastidores políticos é a formação de uma chapa com o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para disputar as duas vagas ao Senado por São Paulo. Essa composição é vista como estratégica para fortalecer o campo governista no estado, tradicionalmente dominado por forças opositoras ao PT.

Caso essa aliança se concretize, a filiação de Marina Silva ao PT seria o caminho mais natural, marcando seu retorno ao partido que deixou em 2009 após quase três décadas de militância. A proposta também envolveria o nome de Márcio França (PSB) para o governo paulista, consolidando uma frente ampla entre petistas e socialistas.
Saída da Rede e tensões internas
A saída de Marina da Rede Sustentabilidade ocorre após meses de desgaste interno. Fontes próximas à ministra relatam que houve um “agravamento muito profundo” nas relações com a direção do partido, especialmente após divergências sobre posicionamentos públicos e estratégias eleitorais.
A ministra avalia que não há mais espaço político para ela na sigla, o que reforça a necessidade de buscar uma nova legenda que ofereça estrutura e alinhamento para sua candidatura ao Senado.

Impacto político e expectativas
A decisão de Marina Silva de disputar uma vaga no Senado por São Paulo é considerada um dos movimentos mais significativos no tabuleiro político das eleições de 2026. Com uma trajetória marcada por pautas ambientais, ética na política e três candidaturas à Presidência da República, Marina carrega um capital político consolidado e uma imagem de independência que pode atrair eleitores de diferentes espectros ideológicos. Sua entrada na disputa pelo maior colégio eleitoral do país tem potencial para reconfigurar alianças e desafiar candidaturas tradicionais, especialmente em um estado historicamente dominado por forças mais conservadoras.
A possível aliança com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fortalece ainda mais esse cenário, sinalizando uma tentativa de unificação das principais lideranças da esquerda em São Paulo. O retorno de Marina ao Partido dos Trabalhadores (PT), após mais de uma década afastada, reacende discussões sobre a renovação interna da legenda e sua capacidade de dialogar com agendas socioambientais e progressistas. Essa articulação também pode servir como termômetro para medir o grau de coesão entre partidos como PT, PSB e Psol, que buscam formar uma frente ampla para enfrentar os desafios eleitorais de 2026.
Enquanto a definição partidária de Marina não é oficializada, cresce a expectativa em torno da formação da chapa e dos nomes que irão compor a disputa. Analistas políticos apontam que, caso confirmada, a candidatura da ministra poderá se tornar um dos principais eixos da campanha no estado, influenciando diretamente o debate nacional e os rumos da esquerda brasileira nos próximos anos.
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