Notícias e Informações
Publicidade
Publicidade

Médica admite que tirou a vida de Benício Xavier de Freitas de 6 anos, após e…Ver mais

O que aconteceu no Hospital Santa Júlia

Segundo relatos da família, Benício foi levado ao hospital na noite de sábado (23) com tosse seca e suspeita de laringite, após apresentar febre.

Durante o atendimento, foi prescrita a aplicação de adrenalina, mas a forma como o medicamento foi administrado teria sido incorreta.

A médica responsável admitiu posteriormente que houve um erro na prescrição.

Em mensagens internas, ela reconheceu que havia indicado inalação com adrenalina, mas a equipe acabou aplicando a medicação de forma endovenosa, em doses consideradas elevadas. Pouco depois, o menino apresentou sinais graves e não resistiu, falecendo na madrugada de domingo (24).

Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, faleceu em hospital de Manaus. — Foto: Arquivo pessoal

Repercussão e investigação

O caso rapidamente ganhou espaço nas redes sociais, sendo discutido em grupos de profissionais da saúde e por familiares que dependem diariamente do sistema hospitalar.

A Polícia Civil instaurou inquérito e investiga o episódio como homicídio doloso qualificado, ouvindo médicos e técnicos de enfermagem envolvidos.

O hospital informou que abriu uma análise interna por meio da Comissão de Óbito e Segurança do Paciente e que os profissionais envolvidos foram afastados.

Impacto na sociedade e no setor de saúde

A morte de Benício trouxe à tona debates sobre:

  • Segurança hospitalar e protocolos de prescrição de medicamentos.
  • A necessidade de treinamento contínuo para equipes médicas e de enfermagem.
  • A importância da transparência nos processos internos das unidades de saúde.

Especialistas apontam que casos como este reforçam a urgência de revisar práticas médicas e garantir que erros não se repitam.

Conclusão

A tragédia envolvendo Benício Xavier de Freitas não é apenas um episódio isolado, mas um alerta para todo o sistema de saúde.

Enquanto a investigação segue, famílias e profissionais cobram mudanças estruturais e maior rigor nos protocolos hospitalares.

O caso, além de mobilizar a opinião pública, pode se tornar um marco para a revisão de práticas médicas em Manaus e em todo o Brasil.

Comentários estão fechados.