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Milium: o que são, por que aparecem e como tratar as pequenas bolinhas na pele… Ver mais…

Uma condição dermatológica que afeta a pele de bebês e adultos.

Você já se deparou com algumas bolinhas minúsculas na pele e pensou que fossem espinhas? Na verdade, essas lesões se chamam milium e, diferentemente da acne, não têm relação com a inflamação dos poros e, por isso, exigem um tratamento específico.

Como reconhecer O milium e diferenciá-lo da acne.

As bolinhas brancas ou amareladas, que são bem pequenas e costumam surgir somente no rosto, se chamam milium.

Os dermatologistas esclarecem que o milium não tem uma inflamação no local, “apenas uma disfunção das células da pele que se acumularam no formato de bolinha”.

Por outro lado, a espinha é causada pelo excesso de oleosidade e o acúmulo de bactérias, que provocam a obstrução dos poros e a presença de pus.

Uma das dúvidas mais comuns sobre o milium é o que causa essa condição.

De acordo com a literatura médica, não existe uma causa exata para o surgimento do milium, mas Novais afirma que “ele se desenvolve a partir da degeneração das fibras elásticas da pele e das células que produzem a queratina”.

Portanto, o milium pode estar relacionado ao envelhecimento da pele, à exposição solar excessiva ou a fatores genéticos.

O milium aparece com frequência em regiões da pele mais delicadas e finas, como área dos olhos, pálpebras, pescoço e até mesmo na genital.

Vários fatores podem provocar essa condição, como contato com raios UV ou poluentes, dietas com excesso de calorias ou gordura e hábitos como tabagismo e consumo de álcool.

Um fator que confunde as pessoas é que o milium e a acne podem aparecer em recém-nascidos. Esse tipo de milium se chama milia primária e desaparece sozinho da pele, sem a necessidade de um tratamento ou qualquer intervenção.

Como prevenir e tratar?

Para prevenir o milium, a higienização da pele é um passo essencial.

Nesse sentido, a médica recomenda a utilização de produtos de limpeza facial adequados para cada tipo de pele, além de esfoliação de 2 a 3 vezes por semana e o uso de peeling.

Caso tenha dúvidas sobre em quais cosméticos investir, consulte um médico!

Uma recomendação é optar pelo ácido salicílico ou retinol, que irão estimular a renovação celular. Dessa forma, conseguimos evitar que as células mortas fiquem muito tempo na superfície da pele e possam se acumular.

Além disso, esses ingredientes também ajudam a reduzir a inflamação e a oleosidade, que são fatores que contribuem para o surgimento de cravos e espinhas.

Para o tratamento de casos mais leves, a orientação é manter o uso do esfoliante nesta mesma frequência. Mas se as lesões persistirem, o paciente deve procurar um consultório para retirar os miliuns, com a assepsia e cuidados específicos.

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