Motorista de candidato à prefeitura afirma que fizeram uma emboscada

Motorista de candidato à prefeitura afirma que fizeram uma emboscada
Cássio Marques disse que a caminhonete em que o candidato estava foi atingida com 8 tiros.

Pois é, Cássio, motorista da caminhonete onde estava o candidato à prefeito de Prefeitura de Parauapebas, Pará, Norte do país, Júlio César Araújo Oliveira, acredita que armaram uma emboscada para matar o político.

Dessa forma, Cássio Marques Ferreira prestou depoimento na delegacia e contou tudo que aconteceu no momento da suposta emboscada.

Conforme informações, o candidato Júlio César foi atingido no peito depois de sair de um compromisso político na Zona Rural.

De acordo com Cássio Marques, foram disparados 8 tiros na caminhonete.

Além disso, ele disse o seguinte:

“Logo depois que saímos da vila, andamos apenas 15km, quando fomos surpreendidos pelo carro que já estava atravessado na pista. Foi uma emboscada, estavam esperando a gente.

Os três homens estavam armados e encapuzados por trás do veículo e assim que identificaram o nosso carro já começaram a atirar.

Eu ainda acelerei e joguei para a direita, para desviar do carro deles, mas o Júlio César, que estava no banco do carona, foi atingido, infelizmente”.

Motorista de candidato à prefeitura afirma que fizeram uma emboscada

O motorista disse ainda que ele e mais 3 pessoas estavam voltando de uma reunião por volta das 21h.

Contudo, ele visualizou 3 ocupantes dentro de um carro de cor clara que passou fazendo vários disparos contra a caminhonete em que estava.

Além disso, um dos tiros atingiu o candidato no peito.

Ademais, o candidato foi encaminhado para o Hospital Santa Terezinha e houve nota divulgada hoje pela manhã de que o estado de saúde do candidato é estável.

Com isso, depois da tentativa de homicídio, o advogado do candidato protocolou documento no TRE do Pará requerendo forças federais de segurança para que possa acompanhá-lo no processo eleitoral.

Dessa forma, no documento o advogado expôs o seguinte:

“É evidente que atos graves de perseguição política com o uso de violência afetam a normalidade do processo eleitoral em curso no município.

Para que seja possível o curso regular da campanha eleitoral, é impositiva a requisição de força federal na cidade, eis que os candidatos em tela estão sujeitos a grave ameaça à vida (…)

Desse modo, diante de atentado à vida de candidato à Prefeitura, é preciso garantir a normalidade da votação e o livre exercício do voto.”

 

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