Mulher desaparecida há dois anos é encotrada viva boiando em alto mar

Mulher desaparecida há dois anos é encontrada viva boiando no mar.

A história parece coisa de cinema, mas é um caso real, entenda:

Eu nasci de novo, disse para Deus que eu não queria morrer, desabafou a mulher desaparecida que foi resgatada por pescadores.

Para a família de Angélica Gaitan, o acontecimento foi um verdadeiro milagre.

“Um milagre!” Foram essas as palavras usadas por seus familiares. Angélica estava desaparecida Já havia cerca de dois anos, hoje ela tem 46 anos.

Mas todos ficaram impressionados ao saber que pescadores encontraram Angélica no último sábado (26).

De acordo com o depoimento dos pescadores. A mulher que desapareceu há dois anos estava agarrada em uma boia, de olhos fechados e sentindo muito frio.

Os pescadores relataram que Angélica estava tão fragilizada, que mal conseguia falar. De acordo com os pescadores, ela foi encontrafa a dois quilômetros da praia, em Puerto Colombia, no litoral da Colômbia.

Mulher desaparecida há dois anos é encontrada viva boiando no mar.

Rolando Visbal, um dos pescadores, conta que conversou em espanhol e inglês para tentar descobrir se ela entendia alguma coisa.

O jornal La Libertad, relatou que a mulher não conseguiu responder, mas ela improvisou um pedido de socorro para que os dois pescadores a vissem.

Após seu resgate e ter restabelecido suas energia Angélica chorou e revelou que temeu por sua. “Eu nasci de novo, disse para Deus que eu não queria morrer”, ela disse.

Seu desaparecimento

Mas no entanto seu desaparecimento ainda é um mistério. De acirdo com a mulher, ela não sabe o que houve ao longo dos últimos dois anos. As autoridades colombianas estão investigado o caso.

De acordo com o depoimento dela, Angélica foi vítima de violência doméstica durante 20 anos. E ela conta que fugir para que o marido não a matasse.

Ela continua confusa devido os efeitos de seu misterioso acidente.

Durante 20 anos, tive um relacionamento tóxico, fui violada pelo meu ex-marido. O abuso começou na primeira gravidez, ele batia-me e agredia violentamente, na minha segunda gravidez, o abuso continuou e não pude fugir dele porque as meninas eram pequenas, relata.

Angélica desapareceu em setembro de 2018. Mas tudo que ela  sabe dizer é que foi vítima de violência doméstica por cerca de  seis meses em Barranquilla, onde foi chegou ser acolhida em um abrigo para moradores de rua.

Resgate no mar

Sem explicar como foi parar no meio do oceano, a mulher disse que se lembra de estar na praia e entrar na água. As filhas de Angélica Gaitan, alegam que a mãe mente sobre os abusos sofridos.

O caso está sendo investigado e mulher será levada para Bogotá, capital da Colômbia.

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