Mulher mata filhas porque elas ‘atrapalhavam’ sua vida sexual

As irmãs Lexi Draper e Scarllet Vaughan, a primeira de 3 anos e a última de 1 ano e 5 meses, foram vítimas de assassinato por autoria  da própria mãe, as duas morreram em um intervalo de 18 dias. O caso ocorreu em 2018, na Inglaterra, tendo o veredito concluído apenas no final do ano passado, Louise Porton foi condenada à prisão perpétua por matar deliberadamente as duas filhas pequenas por asfixia.

A mulher de 23 anos era garota de programa, e segundo testemunhas que afirmam que Louise era uma mãe negligente, esta via as filhas como empecilho para desempenhar seu trabalho.

O histórico de pesquisas do computador é uma das provas contundentes de assassinato, Louise havia procurado informações sobre crianças asfixiadas e morte por asfixia.

A ausência de emoções é outro aspecto que foi levado em conta no julgamento, na noite seguinte à morte da filha mais velha, Loise se encontrou com um homem e durante os primeiros dias que deveriam ser de luto, passava o tempo trocando mensagens e adicionando pessoas em aplicativos de relacionamentos.

O crime de caráter cruel chocou não só às pessoas de um modo geral, mas também ao pai das meninas, Chris Draper, de 25 anos, que reafirmou que as crianças eram um inconveniente para Louise. O homem que disse estar “devastado” ainda não conhecia a filha mais nova, ele também afirmou que “odiava” a mãe das crianças, acrescentando: “Nenhum castigo será suficiente, pois nunca terei minhas filhas de volta.”

Prendendo Porton, a Juíza Justice Yip descreveu suas ações como “más” e “calculadas”, e disse a ela: “Estas eram crianças jovens sem culpa que eram claramente vulneráveis ​​e deveriam ter sido capazes de confiar em sua mãe para protegê-las e nutri-las. Em vez disso, você tirou suas vidas jovens.”

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