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‘Não foi surpreendente’, diz filha sobre mãe envenenada com cerveja pelo marido

‘Não foi surpreendente’, diz filha sobre mãe envenenada com cerveja pelo marido, vejam;

A filha do homem suspeito de envenenar sua própria esposa, deu depoimento onde revelou que não seria surpreendente a ação, já que o casal brigava constantemente quase todos os dias.

O homem se chama Kleber Queiroga, e tem 42 anos de idade, e foi preso após colocar a substância chama de dietilenoglicol, no copo de cerveja da vítima, que se chama Lidiana, de 37 de idade.

O casal já estariam juntos a mais de 19 anos, e com muitos relatos de agressões e brigas, que eram constantemente presenciadas pela filha do casal.

Após ingerir a bebida, a vitima passou muito mal em sua residência, e acabou sendo levada as pressas para uma unidade de saúde, e logo após, acabou sendo transferida devido ao estado grave, e dias depois, acabou não resistindo a gravidade de seu estado clínico e veio a falecer.

Em depoimento, a filha do casal, revelou a polícia que eles brigavam por questões financeiras, e até mesmo por um ficar tempo de mais online no wattizap.

‘Não foi surpreendente’, diz filha sobre mãe envenenada com cerveja pelo marido

“Pelas coisas que aconteciam, não foi tão surpreendente. Brigavam muito. [Brigas] financeiras, ciúmes e até mesmo por conta de um ou outro estar online demais no WhatsApp”, diz a jovem, que não foi identificada.

O suspeito está preso, após ter confessado o crime, e aguarda o julgamento, ele revelou ter comprado a substância pela internet, já com a intenção de envenenar a esposa.

“Ele contou à polícia que comprou a substância na internet, em um site de vendas, ainda no mês de fevereiro – essa compra teria sido realizada no dia 15 de fevereiro e a substância teria chegado à residência do casal no dia 17 de fevereiro. Então, ele teria aguardado apenas o momento oportuno para fornecer essa substância para a esposa”, detalhou Mantovani, delegada que cuida do caso.

“Ele foi indiciado por homicídio quadruplamente qualificado. Pelas circunstâncias de motivo fútil, do emprego do veneno, do recurso que dificultou a defesa da vítima e pelo feminicídio, tendo em vista a situação de violência doméstica”, disse Mantovani.

“Que a justiça seja feita, né? Não é porque ele é um réu primário, porque tem muito tempo de serviço, que ele não tem que pagar pelo que ele fez”, disse a jovem.

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