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ALERTA TOTAL: Vírus Nipah, o que sabemos sobre o vírus que está a…Ver mais
Transmissão e riscos
O vírus pode ser transmitido:
- De animais para humanos, principalmente por meio de frutas contaminadas com saliva ou urina de morcegos.
- Entre humanos, já documentado em surtos anteriores, especialmente em ambientes hospitalares e familiares.
Essa capacidade de transmissão direta entre pessoas aumenta o risco de surtos mais amplos, especialmente em regiões densamente povoadas.

Sintomas e evolução da doença
O Nipah apresenta um quadro clínico variável. Em alguns casos, manifesta-se como uma doença respiratória aguda, enquanto em outros evolui para encefalite, uma inflamação grave no cérebro que pode ser fatal. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dificuldade respiratória, confusão mental e, em casos graves, coma.
A ausência de tratamento específico ou vacina torna o manejo clínico limitado ao suporte hospitalar, como controle de sintomas e cuidados intensivos .
Situação atual e surtos recentes
Em janeiro de 2026, a Índia confirmou um novo surto no estado de Bengala Ocidental, com pelo menos cinco casos entre profissionais de saúde e mais de 100 pessoas em quarentena. Países vizinhos reforçaram medidas de segurança em aeroportos, retomando protocolos semelhantes aos da pandemia de Covid-19 .
Apesar da preocupação internacional, especialistas avaliam que o risco de o vírus chegar ao Brasil é baixo, já que os morcegos que atuam como principais hospedeiros não estão presentes no território brasileiro .

Importância da vigilância global
O caso do Nipah reforça a necessidade de cooperação internacional em saúde pública e de sistemas preparados para responder rapidamente a emergências epidemiológicas. A memória recente da pandemia de Covid-19 intensifica a atenção da comunidade científica e das autoridades sanitárias, que veem no Nipah um exemplo claro de como doenças emergentes podem se tornar ameaças globais.
O vírus Nipah é um patógeno de alta letalidade, sem vacina ou tratamento específico, que preocupa a OMS e especialistas em saúde global. Embora os surtos estejam concentrados na Ásia, a mobilidade internacional exige vigilância constante. O Brasil, por ora, não apresenta risco imediato, mas o episódio reforça a importância de acompanhar os alertas internacionais e investir em prevenção e pesquisa.
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