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Vídeo: Pais confess4m ter mat4d0 o próprio filh0 após o parto por ele ser fei… Ver mais

Segundo informações, ambos confessaram que a criança morreu por asfixia, mas cada um responsabilizou o outro pela execução do crime. Esse detalhe torna o caso ainda mais complexo, já que as versões apresentadas são contraditórias e exigem aprofundamento das investigações.

Pais confessam ter matado recém-nascido no RJ: “Não queríamos o neném"

O relato de Larissa Monteiro

Durante o interrogatório, Larissa afirmou que nunca desejou ficar com o bebê. Desde o início da gravidez, segundo ela, havia deixado claro que pretendia entregar a criança para adoção ou deixar os cuidados sob responsabilidade de Bruno.

Em seu depoimento, Larissa contou que o bebê nasceu com vida e chegou a chorar. Ela teria pedido para Bruno retirar a criança do local e sugeriu que fossem até um hospital, mas reforçou que não pretendia assumir a maternidade. De acordo com sua versão, Bruno respondeu que também não queria ficar com o recém-nascido.

Larissa declarou ainda que foi Bruno quem utilizou um pano para impedir a respiração da criança. Ela relatou que, enquanto fazia isso, ele comentou que o bebê era “forte”, pois demorava a parar de chorar. Após o ato, segundo Larissa, Bruno teria enterrado o corpo. A jovem disse que passou mal logo em seguida, desmaiou e não soube o que aconteceu depois.

A versão de Bruno Lucas

Bruno, por sua vez, também confessou a morte do bebê, mas responsabilizou Larissa pela execução. Ele afirmou que não foi o autor direto da asfixia, apontando a companheira como responsável. Essa divergência entre os depoimentos coloca em evidência a necessidade de perícias e análises mais detalhadas para esclarecer quem de fato praticou o ato.

Os pais Larissa Monteiro da Costa (22 anos) e Bruno Lucas Ribeiro da Silva (29 anos) foram presos após matar o próprio filho recém-nascido. Eles foram presos em flagrante no último sábado (

Investigação em andamento

A Polícia Civil do Rio de Janeiro segue investigando o caso, buscando provas materiais e testemunhais que possam confirmar ou refutar as versões apresentadas. O crime chocou a comunidade local e levantou debates sobre abandono, responsabilidade parental e violência contra recém-nascidos.

O Ministério Público deve acompanhar o processo e avaliar as circunstâncias para definir a responsabilização penal de cada envolvido. A gravidade do crime, somada às declarações contraditórias, torna o caso um dos mais impactantes da região nos últimos meses.

Impacto social e jurídico

Além da comoção, o episódio reacende discussões sobre a importância de políticas públicas voltadas para gestantes em situação de vulnerabilidade. A falta de apoio psicológico e social pode contribuir para decisões extremas, como a rejeição da maternidade e, em casos extremos, a prática de crimes contra recém-nascidos.

O caso também reforça a necessidade de fortalecer mecanismos de denúncia e acompanhamento de famílias em risco, evitando que situações semelhantes se repitam.

O caso de Larissa Monteiro e Bruno Lucas Ribeiro da Silva segue em investigação e ainda deve trazer novos desdobramentos. A morte do bebê por asfixia, com versões divergentes entre os pais, expõe não apenas a brutalidade do crime, mas também a complexidade das relações humanas diante da rejeição e da falta de suporte.

A sociedade aguarda respostas da Justiça, enquanto especialistas destacam a urgência de medidas preventivas e de apoio às gestantes para evitar tragédias como essa.

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