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Policial emocionado conta que tem que escolher quem vai viver nas enchentes do RS; ‘Escolho os mais… Ver mais

As recentes enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul desencadearam uma série de eventos trágicos, transformando ruas em rios impiedosos e engolindo residências inteiras, enquanto centenas de pessoas clamavam por salvação, agarradas aos telhados em desespero.

Esta é a desoladora realidade descrita pelo tenente-coronel Felipe Sommer, membro da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) e piloto da aeronave Águia 07, que tem se dedicado incansavelmente às operações de resgate nessas áreas devastadas. Até a manhã desta segunda-feira (6/5), os registros contabilizavam 83 mortes confirmadas e outras 111 pessoas ainda desaparecidas.

Desde a última quarta-feira (1°/5), quando a primeira equipe da PMSC foi despachada para prestar auxílio ao Rio Grande do Sul, Sommer e seus colegas têm enfrentado dilemas emocionais angustiantes devido à limitação de capacidade de sua aeronave, sendo forçados a fazer escolhas difíceis sobre quem resgatar primeiro.

As intensas precipitações que assolaram o estado afetaram pelo menos 385 municípios, mergulhando vastas áreas em grandes enchentes. Porto Alegre, a capital, e Canoas, a maior cidade satélite da região metropolitana. Particularmente atingidas, com bairros inteiros submersos sob as águas turbulentas.

Os relatos de testemunhas são repletos de desolação, tristeza e um profundo sentimento de medo. Cristiane Malinski, residente de Canoas, descreveu a situação como algo saído de um filme de terror. Compartilhando a sua própria experiência em uma entrevista à CNN. Ela implorou por uma contínua mobilização de ajuda humanitária, destacando que muitas vidas, incluindo as de animais, dependiam disso.

Desastre das Enchentes: Relatos de Angústia e Solidariedade no Rio Grande do Sul

A solidariedade entre os habitantes de Canoas destacada por Cristiane, mencionando vizinhos que se uniram para ajudar uns aos outros. No entanto, ela ressaltou a necessidade premente de assistência externa para enfrentar a magnitude da crise.

Outro relato comovente veio da enfermeira Vânia Gonçalves, também de Canoas, que descreveu o cenário caótico em que se encontrava. Apesar de ter evacuado inicialmente com seus filhos, ela decidiu retornar para prestar socorro aos moradores e proteger sua própria residência contra possíveis saques.

Gonçalves destacou a escassez de recursos básicos nos abrigos, como água e alimentos. Além da urgente necessidade de cuidados médicos para os voluntários e residentes que tiveram contato com as águas contaminadas.

Em meio ao desespero, o empresário Jefferson de Paula compartilhou sua angústia, descrevendo a situação como uma verdadeira guerra. Após perder tudo, ele encontrou abrigo na casa de seu filho e testemunhou sua própria residência sendo submersa rapidamente pelas águas impiedosas.

Em suma, muitos enfrentaram o dilema entre permanecer em suas casas ou buscar segurança, e aqueles surpreendidos pelas enchentes se viram obrigados a buscar refúgio nos telhados, clamando por ajuda em uma cena de angústia indescritível.

A comoção se estendeu ainda mais com relatos de pessoas tentando nadar em meio às correntezas e com o desespero das famílias em busca de entes queridos desaparecidos, ressaltando a magnitude do desastre e a necessidade urgente de apoio e solidariedade para com as comunidades afetadas.

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