Professor universitário é acusado de assédio

Professor universitário da faculdade de Franca é acusado de assédio por aluna do curso de Direito. A aluna divulgou a gravação da aula online na qual o professor ofereceu pontos para que ela mostrasse seu corpo nú diante da câmara.

De acordo com as acusaçõs da aluna, o professor insistiu mesmo após ela afirmar que não apareceria sem roupa para ele na câmera do PC.

O caso ocorreu entre uma aluna da Faculdade de Direito de Franca (a 399 km de São Paulo) e o professor do curso. O caso teve grande repercução nas redes socias.

Foi durante a aula  direito penal, ministrada segunda-feira (28) em uma plataforma de vídeos criada pela universidade para atuar durante a pandemia do coronavirus, que ocorreu o suposto assédio.

Professor universitário é acusado de assédio

Em determinado momento, o professor William Tristão, 34 anos, percebe que uma das alunas não está com a câmera ligada e se inicia um diálogo:

Professor: “Abre a câmera aí”

Aluna: “Não dá.”

Professor: “É tão horrível?”

Aluna: “Não é isso não, é porque eu ia tomar banho e tô sem roupa.

Não posso abrir (risos)”

Professor: “Você tá te sacanagem comigo (risos)”

Aluna: “Não, tô falando sério”.

Professor: “Sério que você me falou isso no meio da aula?”

Aluna: “Você vai ficar insistindo, melhor já falar a verdade, né”.

Na sequência, o professor avisa que vai dar “meio ponto” se a jovem ligasse a câmera.

Ela rebate, dizendo que estuda e que o meio ponto não valeria nesse caso. Antes que o meio ponto não valeria nesse caso. Antes que o vídeo que caiu na internet terminasse, Tristão diz a um outro aluno: “Ela me provocou”.

De acordo com o alegado pelo professor, tudo foi uma brincadeira mal entendida. Mas no entanto para a aluna isso foi sim um caso de assédio. De acordo com

Nossos pais já trabalharam juntos. Isso fez com que tenhamos uma intimidade, respeitosa como sempre. Trabalho com liberdade nas minhas aulas, sem ser aquele ‘direito rígido’, e por isso algumas brincadeiras acontecem”, explicou.

A faculdade repudiou o caso em uma nota e afirmou que um procedimento interno apurará a atitrude do professor.

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