Trabalhador com contrato suspenso terá de contribuir sozinho ao INSS

Trabalhador com contrato suspenso terá de contribuir sozinho ao INSS
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Trabalhador com contrato suspenso terá que contribuir sozinho para o INSS para não ser prejudicado. O decreto do presidente Bolsonaro que suspende contratos de trabalho em nada ajuda o trabalhador. A Medida Provisória 936/20, a suspensão de contratos de trabalho por até 60 dias. Mas nesse caso como a empresa fica desobrigada a efetuar o pagamento do salário. Mas também não precisa recolher para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e o tempo deixa de valer para a aposentadoria.

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Trabalhador com contrato suspenso terá de contribuir ao INSS por conta.

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Sendo assim, o trabalhador realizar a contribuição para o INSS sozinho. De acordo com especialistas, a melhor maneira é contribuir como segurado facultativo, cuja única condição é ser maior de 16 anos. Essa é a mesma modalidade na qual os estudantes e as donas de casa contribuem. Ao contrário dos autônomos, não é preciso comprovar o exercício de uma tarefa por conta própria. Basta usar o próprio CPF para recolher sob o código 1406.

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É possível escolher contribuir com base no salário mínimo ou sobre qualquer outro valor até o teto do INSS, de R$ 6101,06. A alíquota para o cálculo é de 20%, porém há exceções.

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Existe um programa de inclusão previdenciária que permite pessoas de baixa renda pagarem alíquotas correspondentes a 5% ou 11% do salário mínimo. Nesses casos, a contribuição facultativa é feita sob os códigos 1830 e 1473, respectivamente. No entanto, nessa modalidade, o beneficiário só poderá se aposentar por idade.

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