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A estratégia por trás da inclusão de Michelle nas pesquisas
Segundo relatos obtidos pela CNN e confirmados por outras fontes da imprensa, Bolsonaro tem insistido pessoalmente para que Michelle seja mantida nas pesquisas internas encomendadas pelo PL.
A ideia é clara: testar a força de seu nome entre os eleitores conservadores, especialmente os segmentos evangélico e feminino, onde ela apresenta desempenho superior ao de outros nomes da direita.
Michelle, atualmente à frente do PL Mulher, tem intensificado sua agenda nacional, participando de eventos em diversos estados e fortalecendo sua imagem como liderança de base. Essa movimentação contrasta com especulações anteriores de que ela poderia disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal.
Nos bastidores, a leitura é outra: Michelle está sendo preparada para algo maior.
A disputa interna na direita: Michelle vs. Tarcísio
Embora Michelle seja a aposta pessoal de Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também aparece como nome forte nas pesquisas.
Tarcísio tem ganhado apoio do Centrão e de setores empresariais, e sua postura mais moderada tem atraído lideranças que buscam uma alternativa menos polarizadora.
No entanto, há um receio entre aliados de Bolsonaro de que, caso Tarcísio se eleja presidente, o ex-presidente perca protagonismo dentro da direita. Michelle, por outro lado, representa continuidade e fidelidade ao bolsonarismo, o que a torna uma escolha mais segura para manter o capital político do ex-presidente sob controle.
Desempenho nas pesquisas: Michelle em ascensão
Levantamentos recentes mostram que Michelle Bolsonaro tem desempenho competitivo em cenários de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em algumas simulações, ela aparece tecnicamente empatada com o petista, com vantagem entre eleitoras conservadoras e evangélicas.
Além disso, entre os eleitores que votaram em Bolsonaro em 2022, Michelle é a preferida para representar a direita em 2026, superando Tarcísio e outros nomes como Ratinho Jr. e Ronaldo Caiado.
Esses dados reforçam a percepção de que Michelle pode ser a chave para manter a base bolsonarista mobilizada e competitiva.
O silêncio estratégico de Michelle
Apesar da crescente exposição, Michelle tem evitado entrevistas e aparições na imprensa. Essa postura tem sido interpretada como uma estratégia para preservar sua imagem e evitar desgastes prematuros em um cenário político ainda altamente polarizado.
Enquanto isso, o PL segue calibrando suas sondagens e ajustando o discurso para projetar Michelle como uma figura presidencial viável. A movimentação é discreta, mas intensa — e pode redefinir os rumos da sucessão presidencial nos próximos meses.
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