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Vídeo: Veja o que Michelle Bolsonaro falou sobre o seu depoimento a Polícia Federal; ‘eu confesso que… Ver mais

Michelle Bolsonaro, a ex-primeira-dama do Brasil e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, optou por permanecer em silêncio em depoimento diante da Polícia Federal (PF) em uma investigação sobre um suposto esquema de venda de joias recebidas pelo ex-presidente em compromissos oficiais.

Essa mesma estratégia também adotada por seu marido, Jair Bolsonaro.

A justificativa apresentada por Michelle e sua defesa é que o Supremo Tribunal Federal (STF). Que está acompanhando as investigações da PF e autorizando operações, quebras de sigilo e buscas, não seria a instância competente para o caso.

Segundo ela, não se trata de se recusar a falar, mas sim de não se submeter a prestar depoimento em um local que considera impróprio.

Michelle, juntamente com outras seis pessoas, foi intimada a depor simultaneamente. Em uma estratégia da PF para evitar a possibilidade de combinação de versões entre os investigados.

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Silêncio de Michelle Bolsonaro no Depoimento e Estratégia Legal em Meio a Investigação das Joias: Um Olhar Detalhado

O motivo da intimação é o suposto esquema de venda das joias sauditas recebidas por Jair Bolsonaro e retidas no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

A defesa do casal Bolsonaro argumenta que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou pelo “declínio da competência” do caso. Encaminhando-o para a 6ª Vara Federal de Guarulhos. Eles alegam que, uma vez que a PGR é a destinatária final das evidências coletadas durante a investigação, têm o direito de optar pelo silêncio em relação aos fatos em apuração.

 

 

É importante observar que, desde 1º de janeiro, quando Jair Bolsonaro deixou o cargo de presidente, ele não detém mais foro privilegiado. Portanto, processos criminais envolvendo-o deveriam, teoricamente, conduzidos na primeira instância. A menos que haja outras pessoas envolvidas com foro privilegiado, o que não é conhecido publicamente.

O inquérito sobre as joias sauditas recebidas por Jair Bolsonaro e retidas no aeroporto de Guarulhos está em andamento desde março e remetido do tribunal federal local para o STF em razão de sua conexão com uma investigação mais ampla conduzida pela PF em Brasília. O desenrolar desse caso ainda aguardado com grande interesse e especulação na política brasileira.

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