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Menino Edson Davi completa duas semanas desaparecido no Rio. “A principal hipótese é… Ver mais

Principal hipótese dos investigadores é que Edson, de 6 anos, tenha sofrido um afogamento. Garoto desapareceu na altura do Posto 4 na Praia da Barra da Tijuca.

Hoje, quinta-feira (17), marca duas semanas desde o desaparecimento do pequeno Edson Davi, de 6 anos. O menino foi visto pela última vez na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 4 de janeiro, enquanto estava com o pai, que trabalha como barraqueiro na praia.

Posteriormente, nesta tarde, a família de Edson e o advogado responsável pelo caso têm uma reunião agendada com a chefe da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Conforme relatado pela família, o advogado está em busca de novas informações e deseja ter acesso às imagens de câmeras que foram analisadas pela polícia.

Segundo a polícia, a hipótese mais provável é que o garoto, Edson Davi, tenha se afogado no mar.

As buscas pelo menino Edson Davi, que desapareceu, continuam sem interrupção. Na semana passada, a Polícia Civil intensificou as buscas no mar, inclusive com o apoio de um helicóptero.

Embora a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) considere o afogamento como a principal hipótese, os agentes continuam investigando outras possibilidades. O objetivo é não deixar nenhuma pedra sobre pedra, considerando até mesmo a possibilidade de sequestro.

Até agora, as câmeras analisadas não indicaram que alguém levou o menino ou que ele deixou a areia. No entanto, informações de possíveis avistamentos do menino chegam aos policiais todos os dias, mas nenhuma delas se confirmou até agora.

Por fim, a família argentina que estava brincando com Edson na areia pouco antes de seu desaparecimento foi localizada e interrogada pela polícia. Eles afirmaram que deixaram o menino e retornaram ao hotel por volta das 16h30. As imagens do hotel também foram analisadas e eles não são considerados suspeitos.

Denúncia Leva Polícia ao Aeroporto de Congonhas

A polícia, em sua última verificação, seguiu uma denúncia de que Edson Davi estaria no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. No entanto, a criança identificada não era Davi. Uma ocorrência parecida se deu no Rio.

Em um episódio distinto, uma rede de Fast Food na Barra erroneamente identificou uma família enquanto fazia uma refeição. Ao final do incidente, o casal acabou registrando uma queixa de calúnia na delegacia.

Além da DDPA, o Corpo de Bombeiros também está conduzindo buscas, porém de maneira independente.

Até o momento, a polícia já realizou buscas em diversos locais. Inicialmente, eles viram Edson Davi pela última vez na Barra da Tijuca e vasculharam o local, e também vasculharam a restinga de Marambaia, no sentido Angra. Posteriormente, os agentes expandiram as buscas para a Zona Sul e percorreram toda a extensão da orla de Grumari até Copacabana. Além disso, as buscas também se estenderam até Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

Em meio às investigações, a polícia já se debruçou sobre centenas de imagens, provenientes de, no mínimo, sete pontos fixos situados nas proximidades do local do desaparecimento. Conforme os depoimentos mais recentes e após a análise minuciosa de todas as imagens, incluindo vídeos recentes, os investigadores, até o momento, não encontraram qualquer indício ou evidência que sugira que o menino tenha deixado a área de areia.

O Menino Costumava Ir Sozinho ao Mar

Imagens capturadas e analisadas pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) revelam o pequeno Edson Davi Silva de Almeida, de apenas 6 anos, à beira-mar às 15h37 de quinta-feira (4). Isso ocorreu aproximadamente 1 hora e 30 minutos antes do registro oficial de seu desaparecimento na Praia da Barra da Tijuca, localizada na Zona Oeste do Rio.

De acordo com relatos de testemunhas, um salva-vidas chegou a advertir o menino para que se distanciasse da água. Tanto a Polícia Civil quanto o Corpo de Bombeiros estão empenhados nas buscas pela criança.

Adicionalmente, um funcionário da barraca de praia, que pertence ao próprio pai do menino, mencionou que também alertou Davi sobre os perigos de brincar próximo ao mar. Ele acrescentou que o menino costumava ir sozinho ao mar, um hábito que, infelizmente, pode ter contribuído para o ocorrido.

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