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Violação de Privacidade: Mulheres são Filmadas Nuas e sem Consentimento em Clínica. E Imagens são Divulgadas nas Redes Sociais… Ver mais…

A proprietária da clínica, acusada de filmar as clientes despidas, rejeitou as acusações, declarando que seu celular sofreu um ataque cibernético e que ela é alvo de extorsão.

A proprietária de uma clínica de estética, localizada no bairro Messejana, em Fortaleza, gravou mulheres sem suas roupas ou parcialmente vestidas sem o consentimento delas.

Um hacker acessou a conta online da proprietária da clínica e divulgou gravações não autorizadas em plataformas de mídia social, expondo que ela filmava suas clientes secretamente.

A revelação do incidente ocorreu na segunda-feira (11), quando as contas de mídia social da proprietária da clínica começaram a divulgar diversas fotos, exibindo várias clientes em momentos privados, seja trocando de roupa ou aguardando o início dos procedimentos estéticos.

Duas mulheres afetadas, que tiveram suas imagens compartilhadas indevidamente, concederam uma entrevista exclusiva para relatar o ocorrido. Além disso, a documentação oficial do caso foi obtida, o que confirma as denúncias.

Conforme comunicado oficial, a Secretaria de Segurança Pública do Ceará está conduzindo uma investigação sobre as acusações de violação da dignidade sexual, um delito cometido no espaço digital, como descrito pelas clientes afetadas pelo vazamento de suas fotos íntimas.

Todavia, A proprietária da clínica prestou queixa na Delegacia de Defraudações e Falsificações, alegando que alguém comprometeu sua conta pessoal através de um acesso não autorizado.

Ela enfatizou que o incidente resultou em uma violação de segurança significativa.

Uma das vítimas, que optou por manter o anonimato, compartilhou que vinha utilizando os serviços de drenagem da clínica por aproximadamente dois meses, após se submeter a uma cirurgia abdominal.

Ela expressou sua consternação ao revelar que, sem o conhecimento das mulheres, a proprietária as filmava secretamente.

Posicionada discretamente em um canto, sentada à mesa, a dona do estabelecimento capturava imagens enquanto as clientes se preparavam para o procedimento, muitas vezes sem vestimentas devido à natureza invasiva do tratamento, que envolvia áreas íntimas.

As mulheres enfatizaram que, em nenhum momento, suspeitaram que estivessem sendo gravadas.

Portanto, A vítima relatou, com indignação, que desconhecia o fato de estar sendo filmada.

Ela refutou a justificativa da proprietária, que atribuiu o incidente a um hackeamento de seu celular e à instalação desconhecida de um aplicativo de gravação.

A mulher contestou essa versão dos eventos, destacando que, em várias gravações, ela aparece desatenta à câmera e olhando para outra direção, o que sugere que alguém intencionalmente filmava sem o consentimento das clientes.

Durante uma entrevista, Val Silveira, que é proprietária de uma clínica de estética, relatou que sofria extorsão por parte de um indivíduo com quem mantinha um relacionamento virtual, bem como pelos cúmplices dele.

Ela compartilhou que, sob pressão e seguindo as instruções do grupo criminoso, gravou vídeos e agora desconhece o paradeiro dessas gravações. As imagens foram feitas contra a sua vontade, evidenciando a gravidade da situação.

Contrastando com a declaração anterior, o conteúdo do boletim de ocorrência apresentado pela proprietária da clínica revela detalhes adicionais.

Segundo o documento, os criminosos instalaram aplicativos que permitiam o controle total do sistema de seu celular. Além disso, ela esclarece que nunca realizava gravações de vídeo das mulheres por iniciativa própria, limitando-se a tirar apenas fotografias.

Portanto, Essas informações adicionam outra camada de complexidade ao caso, destacando a sofisticação das ações da quadrilha.

As preocupações das vítimas se estendem além da gravação não autorizada.

Todavia, Elas expressam angústia com a exposição indevida em redes sociais e a possibilidade alarmante de que os vídeos possam estar se disseminando por outras plataformas digitais.

A incerteza quanto ao alcance da distribuição dessas imagens aumenta o temor e a ansiedade entre as afetadas.

No início da divulgação dos vídeos, o alegado hacker acusou a proprietária da clínica de comercializar as gravações feitas das clientes.

Contudo, as pessoas que interagiram com as postagens em busca de mais evidências, conforme solicitado pelo suposto hacker, ficaram sem retorno.

Não se esclareceu o destino dos vídeos, nem se confirmou que tenham sido compartilhados em algum local específico.

Essa falta de resposta aumenta o mistério em torno da situação e intensifica a preocupação das envolvidas.

Uma mulher informou à imprensa que sua irmã e amiga foram filmadas sem consentimento na clínica.

De acordo com seu relato, a proprietária da clínica aparentava utilizar o celular para outras finalidades enquanto, na realidade, registrava as vítimas em vídeo.

Esse comportamento enganoso agrava a situação e destaca a violação da privacidade das clientes.

“Quando você realiza um procedimento estético, sente-se mais confortável e a pessoa responsável, de costas para você, parece não notar que está filmando. Geralmente, ela senta em uma cadeira e parece estar usando o celular, talvez enviando áudios ou mensagens, enquanto você se troca. No entanto, em vez de usar o celular para outras atividades, ela está, de fato, filmando você”, afirma a cliente.

Contudo, Ela também ressalta que a proprietária da clínica não fazia as filmagens durante o registro dos resultados dos procedimentos, uma prática usual no mercado.

A proprietária da clínica, em entrevista, relatou que sofreu um ataque cibernético e foi vítima de extorsão. Ela compartilhou o boletim de ocorrência com os jornalistas.

Segundo ela, estava em um relacionamento online com um homem que se dizia empresário de São Paulo, e ambos planejaram um encontro presencial em Fortaleza no mês de novembro.

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