Filho de Eliza Samudio com o goleiro Bruno, diz ver a mãe reproduzir onde o corpo foi jogado e que quer ver o pai morrer na prisão.

Filho de Eliza Samudio com o goleiro Bruno, diz ver a mãe reproduzir onde o corpo foi jogado e que quer ver o pai morrer na prisão. A morte que abalou e comoveu o Brasil inteiro. O envolvimento do próprio marido e jogador caiu como uma bomba para a mídia brasileira, que não poupou dar detalhes sobre como tudo aconteceu. Apesar de anos se passarem a morte a mando de Bruno, ainda repercute muito nas redes sociais nos dias de hoje. Caso não se lembre, Eliza foi esqu4rtejad4 e até hoje não encontraram o corpo. Ela teve um filho do goleiro e estava grávida de outro quando foi assassinad9. 

Hoje, a justiça concedeu o regime semiaberto ao goleiro e inclusive tem o direito de voltar a trabalhar. A alguns meses foram divulgados que Bruno estaria acertando contrato já com outro time de futebol. Com isso, a criança, hoje com 10 anos, se revoltou com a decisão da justiça e ainda mais sabendo que o assassin0 da mãe voltou para ruas podendo trabalhar.

Em entrevista ao site ContilNet, a avó do Garoto enviou um áudio revelador e de certo de desabafo do garoto ao descobrir que o pai seria solto e ainda afirmou que ele deveria morrer na prisão:  

“No mínimo, ele deveria ficar em prisão perpétua, porque eu acho uma sacanagem tirar a vida de um ser humano. Não existe nenhum motivo que explique isso. Nenhum. Infelizmente ele é uma ameaça para a sociedade, e eu me sinto muito ameaçado com isso”, disse a criança.

Filho de Eliza Samudio com o goleiro Bruno, diz ver a mãe reproduzir onde o corpo foi jogado- Contato do mundo dos mortos com sensitiva

A Lene Sensitiva, que hoje é conhecida por acertar previsões dos famosos, revelou que Eliza Samudio entrou em contato com ela para fazer revelações e garantir que seu corpo nunca será encontrado.

“Primeiro ele sufocou ela, depois cortou partes de seu corpo e depois jogou soda cáustica. É por isso que o corpo dela nunca será encontrado, pois o corpo dela foi todo derretido. Não tem nenhum vestígio”, revelou Lene Sensitiva.

Na época em que foi morta, Eliza estava grávida de cinco meses e segundo relatos foi obrigada a tomar pílulas abortivas, sofreu cárcere privado, m0rta e esqu4rtejad4 no sítio do Goleiro Bruno. Em depoimento, o goleiro relatou que seus restos mortais foram jogados para cachorros.

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